é aqui que eu fui morar.
Nesse prato fundo.
Segunda-feira, Março 24, 2008
Terça-feira, Fevereiro 12, 2008
Eu vou sair daqui e vou pra lá.
Tchau.
Para o ano que passou - é a vida depois do carnaval
Para os dias de ócio
Para o excesso de peso
Tchau para as pessoas sem graça
Para as piadas de mau gosto
Para as noites de pesadelo
Para a comida super salgada
Tchau para a conversa fiada
Para o sofá desconfortável
Para o medo de encarar
Para a vontade de faltar
Tchau.
Um bem doído. Sentido.
Sobre o qual não quero falar.
Não há nada para dizer.
Nem algo pra se fazer.
Esperar.
Tchau pra esse blogue.
Tchau pra vocês,
A gente se fala na minha nova casa virtual.
Para o ano que passou - é a vida depois do carnaval
Para os dias de ócio
Para o excesso de peso
Tchau para as pessoas sem graça
Para as piadas de mau gosto
Para as noites de pesadelo
Para a comida super salgada
Tchau para a conversa fiada
Para o sofá desconfortável
Para o medo de encarar
Para a vontade de faltar
Tchau.
Um bem doído. Sentido.
Sobre o qual não quero falar.
Não há nada para dizer.
Nem algo pra se fazer.
Esperar.
Tchau pra esse blogue.
Tchau pra vocês,
A gente se fala na minha nova casa virtual.
Terça-feira, Janeiro 29, 2008
O verão acabou cedo demais
"...Eu continuo aqui, com meu trabalho e meus amigos
E me lembro de você em dias assim
Um dia de chuva, um dia de sol
E o que sinto não sei dizer
- Vai com os anjos, vai em paz
Era assim todo dia de tarde, a descoberta da amizade
Até a próxima vez
É tão estranho, os bons morrem antes
Me lembro de você, e de tanta gente que se foi cedo demais
(...)
Lembro das tardes que passamos juntos
Não é sempre, mas eu sei
Que você está bem agora
Só que este ano o verão acabou cedo demais"
E me lembro de você em dias assim
Um dia de chuva, um dia de sol
E o que sinto não sei dizer
- Vai com os anjos, vai em paz
Era assim todo dia de tarde, a descoberta da amizade
Até a próxima vez
É tão estranho, os bons morrem antes
Me lembro de você, e de tanta gente que se foi cedo demais
(...)
Lembro das tardes que passamos juntos
Não é sempre, mas eu sei
Que você está bem agora
Só que este ano o verão acabou cedo demais"
Terça-feira, Janeiro 22, 2008
Ao telefone
Quando toca o telefone, gritando desesperado
Bate forte uma coisa lá dentro, contra o peito e depois nas costas
Várias vezes, com muita rapidez
E a boca vai secando, a voz fica rouca e o medo chega.
Pânico da notícia. Denovo, ela sempre volta pra atormentar.
Uma coisa dessas não devia ser dita, é caso pra ser esquecido
Deixado de lado junto dos pregos e parafusos
Uma coisa dessas era pra acontecer uma só vez
Abrir os olhos de quem queira enxergar
Levá-los para o novo.
A construção daquele velho novo projeto.
Quando coloca o telefone no gancho ainda pula o coração perto da garganta
Sente o ácido no estômago, incômodo que sempre acompanha
Antes que a respiração volte ao normal, o aparelho dá mais um daqueles berros
Assusta, faz pular do sofá.
Alô.
É uma paz.
27 minutos de paz.
E o negócio guardado na gaveta volta a ser verdade de novo.
É possível.
- Te amo, tchau.
----------------
Apesar dos pesares,
Da tormenta que atormenta,
O turbilhão fica apenas do lado de fora
Ali dentro prevalece a festa constante.
Contente.
Bate forte uma coisa lá dentro, contra o peito e depois nas costas
Várias vezes, com muita rapidez
E a boca vai secando, a voz fica rouca e o medo chega.
Pânico da notícia. Denovo, ela sempre volta pra atormentar.
Uma coisa dessas não devia ser dita, é caso pra ser esquecido
Deixado de lado junto dos pregos e parafusos
Uma coisa dessas era pra acontecer uma só vez
Abrir os olhos de quem queira enxergar
Levá-los para o novo.
A construção daquele velho novo projeto.
Quando coloca o telefone no gancho ainda pula o coração perto da garganta
Sente o ácido no estômago, incômodo que sempre acompanha
Antes que a respiração volte ao normal, o aparelho dá mais um daqueles berros
Assusta, faz pular do sofá.
Alô.
É uma paz.
27 minutos de paz.
E o negócio guardado na gaveta volta a ser verdade de novo.
É possível.
- Te amo, tchau.
----------------
Apesar dos pesares,
Da tormenta que atormenta,
O turbilhão fica apenas do lado de fora
Ali dentro prevalece a festa constante.
Contente.
Sexta-feira, Janeiro 18, 2008
Gordices
Adora preparar comidinhas.
Inhas porque são sempre pequenas porções, doses exatas que servem os dois pratos colocados estratégicamentes naqueles mesmos lugares, todos os dias.
Se aventura na cozinha, rega com limão, perfuma com o manjericão fresco que cresce na sacada, assa, grelha ou mantêm cru os vegetais.
Mas seu grande amor são os doces, tanto faz a forma, um punhado de mousse, uma cesta de biscoito, o pedaço quadrado de bolo ou as bolinhas pequenas coberta de formiguinhas pretas.
Uma vez fez um blogue, só pra dividir as receitas dos quitutes.
Foi engordando, de pouquinho, no tamanho das porções que preparava.
E se ressentiu com o açúcar, deixou o pote branco abandonado no fundo do armário, atrás daquele outro preto de café.
Fez o mesmo com o blogue, ele não podia funcionar apenas como uma imaginação, era preciso executar cada uma das medidas que iriam pra lá.
Cada vez que abre a porta dos esconderijos vira o rosto pro outro lado, ignora o ex-amigo, mas basta bater a porta pra lembrar daquele sabor tão feliz.
Ela faz de conta, tal qual namorados recém separados, que não sente falta alguma.
Suspira, não suspiro, e enche a boca de frutas.
As medidas - dela - vão diminuindo e a saudade - deles - só aumenta.
Bem no fundo, mais fundo que o doce esconderijo do armário, ela sabe que vai se render
Não hoje, nem amanhã.
Mas logo se encontrarão denovo, e farão as pazes.
Quem sabe se ela fizer porções ainda menores eles parem de se alojar naquela parte lateral logo abaixo do umbigo.
Parte essa que ela chama deliciosamente de picanha.
Hum, uma picanha!
-------------------
Contando os dias.
Contando as notas.
Contando histórias.
Inhas porque são sempre pequenas porções, doses exatas que servem os dois pratos colocados estratégicamentes naqueles mesmos lugares, todos os dias.
Se aventura na cozinha, rega com limão, perfuma com o manjericão fresco que cresce na sacada, assa, grelha ou mantêm cru os vegetais.
Mas seu grande amor são os doces, tanto faz a forma, um punhado de mousse, uma cesta de biscoito, o pedaço quadrado de bolo ou as bolinhas pequenas coberta de formiguinhas pretas.
Uma vez fez um blogue, só pra dividir as receitas dos quitutes.
Foi engordando, de pouquinho, no tamanho das porções que preparava.
E se ressentiu com o açúcar, deixou o pote branco abandonado no fundo do armário, atrás daquele outro preto de café.
Fez o mesmo com o blogue, ele não podia funcionar apenas como uma imaginação, era preciso executar cada uma das medidas que iriam pra lá.
Cada vez que abre a porta dos esconderijos vira o rosto pro outro lado, ignora o ex-amigo, mas basta bater a porta pra lembrar daquele sabor tão feliz.
Ela faz de conta, tal qual namorados recém separados, que não sente falta alguma.
Suspira, não suspiro, e enche a boca de frutas.
As medidas - dela - vão diminuindo e a saudade - deles - só aumenta.
Bem no fundo, mais fundo que o doce esconderijo do armário, ela sabe que vai se render
Não hoje, nem amanhã.
Mas logo se encontrarão denovo, e farão as pazes.
Quem sabe se ela fizer porções ainda menores eles parem de se alojar naquela parte lateral logo abaixo do umbigo.
Parte essa que ela chama deliciosamente de picanha.
Hum, uma picanha!
-------------------
Contando os dias.
Contando as notas.
Contando histórias.
Quinta-feira, Janeiro 17, 2008
Para o seu aniversário
Não seria um texto meu se não fosse repleto de desejos
Mas dessa vez é diferente, absurdamente especial
E são nessas ocasiões tão únicas que me faltam as palavras
E nem com todo meu esforço consigo aumentar o sentido das frases pra dizer o que preciso
Fico assim, miúda, querendo apenas abraçar.
*************
É tão difícil estender os braços até você
E é pior ainda tentar, tentar e não te alcançar
Nesse seu dia, que você generosamente divide com a sobrinha
Queria apenas estar aí
Encostar em você até sair pelos meus poros as gotinhas de amor
Só te soltar quando encharcar sua roupa com cheiro de "acabei de passar"
Te levar no café, ficar fofocando horas
Sentar no chão da cozinha pra te ver preparar um biscoito
Comprar todas as revistas de famosos que estiverem nas bancas e analisar cada um dos vestidos
Te falar do meu amor, do seu e daquele que nunca me canso de sentir por você
Explicar meus planos, ouvir teus casos
Dividir nossas horas e um pedaço de sofá
---------------------
Eu te amo minha rainha!
Você é de longe a pessoa mais especial desse mundo
Tão cheia de qualidades que assusta
Muito jovem, sensível, determinada
Uma amiga que eu nem sabia que existia
Você é tudo o que eu gostaria de ser
Mas sei que é loucura tentar alcançar
Quero ser pra você um alívio
Daqueles 'ufas' que a gente solta depois do alongamento
Um travesseiro pra você repousar sua cabeça que ferve
Uma filha que te dê orgulho
Uma amiga com a qual você pode contar todos os dias da sua vida.
----------------------------
Parabéns mãe mais linda desse mundo!
Muito, mas muito amor pra você.
Paz, tranquilidade, aquele vinho que você gosta de tomar no almoço, flexibilidade sempre, muitas amigas pra compartilhar tanta alegria, Fé.
Nem mais nem menos coragem, apenas essa daí que você tem na medida exata.
Te amo, sempre.
Sinto tanta saudade.

Saúde!
Terça-feira, Janeiro 15, 2008
Bula

Se fosse possível ela te explicava tudo, timtim por timtim, nos mínimos detalhes.
Te ensinava o segredo do riso sem causa, culpa ou desculpa
Levava até aí o vinho frisante, gelado, pra refrescar tua memória e o calor desse dia pesado.
Faria uma receita, com a quantidade exata de cada ingrediente para curar a tristeza,
E uma massagem com bálsamo terapêutico para aliviar o estresse.
Se pudesse arrumava uma cesta, com toalha xadrez, chocolate, frutas vermelhas e mate com gelo.
Pra quebrar o gelo.
Encurtaria a distância entre você e ele, entre ela e a amiga, entre as vizinhas de porta.
Acabaria com as estradas e deixava tudo com asas, pra facilitar os encontros e fugas.
Esconde-esconde nas nuvens.
Faria um canudinho dobrável, capaz de passar dela pra você o excesso de felicidade, nessa idade não pega bem rir tão alto assim.
Se soubesse como, ela bolava um plano, pra que todos os seus dias também fossem assim, tão leves.
Escreveria livros, atuaria em filmes, cantaria quantas músicas fosse preciso, tudo pra te dar um pouco dessa coisa louca que borbulha todos os dias na barriga.
Se fosse possível ela faria cada coisa sem sentido só pra aguçar os sentidos.
Pra te tirar do sério. É sério.
Ela vai vendo um jeito de por em prática essa tática, esse jogo de emprestar pra você o que é dela.
Quem dera.
E essa brincadeira vira remédio pra tanto tédio.
Te ensinava o segredo do riso sem causa, culpa ou desculpa
Levava até aí o vinho frisante, gelado, pra refrescar tua memória e o calor desse dia pesado.
Faria uma receita, com a quantidade exata de cada ingrediente para curar a tristeza,
E uma massagem com bálsamo terapêutico para aliviar o estresse.
Se pudesse arrumava uma cesta, com toalha xadrez, chocolate, frutas vermelhas e mate com gelo.
Pra quebrar o gelo.
Encurtaria a distância entre você e ele, entre ela e a amiga, entre as vizinhas de porta.
Acabaria com as estradas e deixava tudo com asas, pra facilitar os encontros e fugas.
Esconde-esconde nas nuvens.
Faria um canudinho dobrável, capaz de passar dela pra você o excesso de felicidade, nessa idade não pega bem rir tão alto assim.
Se soubesse como, ela bolava um plano, pra que todos os seus dias também fossem assim, tão leves.
Escreveria livros, atuaria em filmes, cantaria quantas músicas fosse preciso, tudo pra te dar um pouco dessa coisa louca que borbulha todos os dias na barriga.
Se fosse possível ela faria cada coisa sem sentido só pra aguçar os sentidos.
Pra te tirar do sério. É sério.
Ela vai vendo um jeito de por em prática essa tática, esse jogo de emprestar pra você o que é dela.
Quem dera.
E essa brincadeira vira remédio pra tanto tédio.
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Recado-resposta para Fernanda:
- Vamos esquecer a panela de milho cozido. Mas esqueça daqui pra frente.
- Você vai gastar muito menos do que vai ganhar. é Fato.
- Os homens... Ah Fernanda se eu pudesse explicar. Temos que nos conformar com o resto já que gostamos de meninos...
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